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Na última quinta-feira, 8 de julho, o movimento Viva Arte deu continuidade ao ciclo de debates sobre a política cultural em Brasília. A discussão fez parte do Quintas Culturais, realizado pelo Açougue Cultural T-Bone, e trouxe um grupo de pessoas responsáveis pelo projeto Brasília Outros 50, que aconteceu em abril, paralelamente à programação oficial do aniversário de Brasília, e reuniu dezenas de shows em vários palcos, no gramado da Funarte. A discussão ficou em torno da importância de se lutar por políticas culturais no Distrito Federal, principalmente no momento que Brasília vive. O evento também contou com a apresentação do músico Cerrapa do Cavaquinho, o lançamento do livro "Treze Dias", de Wellington Lavareda e o bate-papo literário com o escritor Carlos Eugênio Paz, que falou sobre o seu livro “Viagem a luta armada – memórias da guerrilha”.

 

Rênio Quintas, Ricardo Moreira, Laura Cavalheiro e Gog.

O debate

A seguir você confere alguns podcasts com os melhores momentos do debate. A apresentação ficou por conta do músico e jornalista Gadelha, que falou sobre o Viva Arte e introduziu o projeto Brasília Outros 50.

O debate começou com o maestro Rênio Quintas, que falou sobre os bastidores da produção do Brasília Outros 50, situou a conjuntura política no momento da realização do festival e explicou como a união das forças fez com que ele fosse possível.

Em seguida, Ricardo Moreira falou mais sobre o festival e se disse impressionado com a quantidade de artistas em Brasília.

Laura Cavalheiro, presidente Cooperativa Brasiliense de Teatro e Circo, contou que fica até emocionada ao lembrar do Brasília Outros 50.

O grande momento da noite foi o discurso acalorado do rapper GOG, que arrancou aplausos da plateia.

O rapper aproveitou para apresentar uma música que compôs para o festival.

O Viva Arte é um observatório da cultura permanente que tem como objetivo mobilizar todas as forças das artes de Brasília, para que juntas possam influenciar nas políticas de apoio e incentivo à cultura no DF. O movimento conta com aqueles que ajudaram e ainda contribuem com o desenvolvimento da cultura na capital federal e não tem caráter político partidário, o seu compromisso é em defesa da arte produzida na cidade.